sábado, 28 de abril de 2012

MEDO !






Bom FDS !!!!!

MEDO !

Muito triste estou, por mais que Me esforce não consigo fazer-Me entender .
Acho que é praga, pois outros em situações Ns piores que sejam não teem dificuldade, e as vezes nenhuma em se fazer entender e ser aceito .
É meu fardo ?
Terei que padecer tantas vezes necessário for até que entenda o teor da vida e a essência em si, para que ai e só, poderei retornar sendo mais bem reconhecido e recebido com desenvolvimento da matéria e tendo passagem garantida por este nível ?
Não sei, mais posso tentar, mais como a carne fraca é Me vem o medo de minhas entranhas de ascender o que muito botei para adormecer e quieto ficar sem atrapalhar a ninguém e Me deixando viver no meio de todos como gente .

JB


O preconceito é a razão do imbecil.

Voltaire


Da Noite Imensa ao Dia Sem fim

Quando nada acontecia.
Quando tudo era noite fria.
Quando a vida se escondia
Com medo de aparecer.

Quando o que havia era a
ânsia a perceber que para
além daquele mundo,
algo mais devia haver.

Quando ninguém se atrevia
A ultrapassar a condição sem
tirar os pés daquele chão.
Era uma maldição.

Era coisa do diabo a fazer do
povo coitado. Não o deixar perceber
que também ali havia magnetismo
bastante para ficar do mal distante.

Tempo! Tempo! O tempo deu de ajudar
O homem a se encontrar com a alma, que
o anima. Sem precisar navegar, sem sair
daquele lugar, começou a levitar.

Precisou desatar nós. Dizer não a pais e avós,
E até à religião que chegava com doutrinas que
O queriam no chão para manter a situação.
Governo bom sopra a favor, muda de direção.

Sem jogar culpa em ninguém, deixou o passado
de lado, saiu de lá machucado, precisava se curar.
Tratou de ficar esperto, fez o céu chegar mais perto
Para a claridade entrar , outra verdade lhe mostrar.

Pobre é pobre em qualquer lugar.
O dia que se fazia não escolhia nação, invadia
qualquer chão. Avé Maria! Era o que o povo
pedia, chegou a globalização.

Não a que queriam. A que deu de aparecer era a
alma a mostrar outro Jeito de aqui estar.
A noite imensa era a face escura, sombria da vida,
E de tudo que havia. Dela até a alma se escondia.

Na ânsia de se elevar, abraçou cruz e calvário, saiu
Daquele sacrário.
Tantas almas se soltaram que a escuridão iluminaram.
O dia clareou e parece não ter fim.

Cada alma descida recuperou a razão iluminou corpo,
Mente e coração.
Houve até festa no céu.
Novos portais a chegar.

Este Planeta Sagrado, e todo o ser aqui plantado
Aprendeu a se elevar.
E quando se põe a rezar ajoelha-se aos pés de Deus.
Conta-lhe os seus segredos, fala-lhe dos seus medos.

Abre ali o seu diário. Fala com Deus tal qual.
Sem intermediário.
                                                          

Lita Moniz


Beijões e Abrações .

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PAZ .

PAZ .

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