sexta-feira, 6 de abril de 2012

Facultando .




Bom Dia !!!!!

A Felicidade emana do interior do ser, este que luta humilde, descente e dignamente pelos seus direitos abrindo mão do mesmo para facultar a outros que meramente não teriam ou tem condições de superá-lo ou adquirir a mesma pela carência de vigor para superar o dia-a-dia na terra onde só os fortes ganham e sobrevivem .

JB

Tornar possível o que os outros acham impossível, só será possível, se você tentar!


Concepção Artística

De Cristo, da Crucificação toda a forma de expressão
Se valeu para ir mais longe.
Os artistas de todas as idades dedilharam suas vaidades,
tentando criar imagens de um Deus que entre nós viveu.

Toda a manifestação artística acompanha a missão do
Nascimento, à morte, à ressureição.
A força da poesia me diz que esse Cristo, que não morreu.
Saiu daqui por opção.

Era homem, era Deus!
Podia viver cem anos com aparência de trinta.
Podia, se quisesse, dois mil e poucos anos depois,
andar aqui entre nós, como se dois mil fossem dois.

Adiar a viagem por séculos sem fim.
Podia escolher morrer sem padecer.
Deixar de sentir, ficar acima do seu corpo
Vivo morto.

Chibatadas, mãos pregadas, cabeça chagada.
O corpo em ponto morto já não sentia nada.
Se sofreu, se houve dor , era dor à mistura.
Dor de ver o mal entre nós a crescer.

Dor de ver que o homem precisaria de sei lá
Quantos mil anos mais para acabarem os ais.
Dor de ver que o assim na Terra como no Céu
Estava longe, muito longe de acontecer.


E se foi deixando-nos esta lição:
No amor a salvação.
Sabia bem que no além se pratica aceitação.
Também lá há espíritos com mais ou com
Menos luz.

Nem por isso o mais luminoso se sente o
mais poderoso.
Assim na Terra como no Céu só será verdade
Se aceitarmos viver esta realidade.

Quantos anos Cristo precisaria entre nós ficar
Até esta verdade o homem vivenciar?
Por opção escolheu morte de Cruz.
A maior lição.

Queiramos ou não ao assistirmos a esta
Encenação, volta a lição.
Ofereci a minha vida por ti.
Deixo-te com a missão de estenderes a mão ao irmão.

Lita Moniz


Beijões e Abrações .

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PAZ .

PAZ .

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