quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A mercê .





Bom Dia seguido de um grande feriadão !!!!!

A mercê .

Por vagando estar,
a deriva Eu vou,
e a mercê de um sistema ditatorial fascista e escravizador o qual quando cuidado não se tem e o abraça na maior inocência,
escravo torna-se e as vezes sem a oportunidade de se libertar pois a imensidão é tanta que quando fibra não tens junto a força de vontade,
pois esta é a verdadeira,
és engolido e extirpado e esquecido no espaço e tempo .
Deixe vir,
aquela partícula de energia envolta de impureza .
Permita que ascenda gradativamente,
permita-lhe respirar e por única e exclusiva vontade,
sua,  
faça a si o que a mídia lhe impossibilita,
VIVA,
e mostre a todos que estas com razão e competência tens,
e mediante sua persistência a conquista alcançada será .

JB

A ação, elimina o desânimo; Você desanima, por não prosseguir pro alvo! Tudo parece muito difícil e monstruoso, lhe falta atitude! Seu desanimo é fruto de seu medo; seu medo de fazer, ter e ser; quanto mais o desanimo aumenta, mais o tempo passa, e menos você conquista!

Venilton


Eu Estava, Agora Sou

O meu interior pressentia que algo mais existia.
Assistia a um filme que não via.
Mas sabia que havia. Só não o via.

Gastei tintas e canetas a falar do que sentia.
Quando escrevia acontecia.
Às vezes quase via.

Via com os ouvidos, a mente absorvia perfumes
De raros odores.
O paladar exigente saboreava o presente.

A  pele falava com um não sei quê, que chegava.
Até o cabelo ficava em pé: como cobre conduzia
uma energia que para dentro de mim fluía.

Consciente, inconsciente perambulava pela  vida
Contente, descontente.
O meu real destoava de tudo que no mundo se via.

Não se encaixava em nada.
Eu era um pacote extraviado, que algum anjo descuidado
Mandou para este lugar.

O que escrevia ninguém lia.
Decretei a falência de mim.
Apressei o meu fim.

Só não morri porque vi, agora via o que queria.
Sem o dizer, dizia.
Já não importava para quem escrevia.

Abracei a posteridade.
Algum dia o mundo ia ler, entender,  interpretar.
Escrever passou a ser uma boa companhia.

As palavras eram fadas com varinha de condão.
As luzes faiscavam ideias que me fascinavam.
Cítaras a vibrar em sintonia com o bater do coração.


Lita Moniz

     

Beijões e Abrações .


Nenhum comentário:

PAZ .

PAZ .

Horloge numérique / digitale