sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sacrifício .






Bom FDS !!!!!

Sacrifício .

Esperança, Eu tenho .
E mediante a muito sacrifício peço na humildade que façam-se entender, e ao esclarecido ficarem pois é só, e só quando realmente queremos que começamos a abrir nossos olhos e enxergar coisas que sempre víamos mais não as enxergávamos pois o não querer proporciona com que impeçam as nossas vistas de ver tudo em seus devidos lugares e em seu verdadeiro feitio e com isso possam Vocês viverem digna e honrosamente desfrutando do que á vida tenha para oferecer e ser Feliz .

JB


Se você está minunciosamente a par da estratégia do inimigo, reconhecerá suas intenções e com isso terá muitas possibilidades de triunfar.
   
Miyamoto Musashi



VOCÊ SABE QUEM EU SOU?


VOCÊ SABE QUEM EU SOU?

Diariamente leio dois jornais, um da região do ABC e outro, de maior porte, de projeção nacional. Da capital de São Paulo.
No fim de semana, além desses, leio duas ou três revistas, de alta circulação.
Deles todos, não deixo de me fixar nas cartas enviadas por leitores, a respeito de matérias contidas nos periódicos, opinando sobre as mesmas. E outros assuntos. Entendo ser de suma importância tomar conhecimento delas, tendo em vista refletirem, na visão de cada um, o que eles pensam, em relação aos mais diversos assuntos.
Especificamente falando do jornal aqui da região, sou obrigado a fazer um reparo, pois, ao longo do tempo, tenho notado a existência de um grupo de uns dez leitores, mais ou menos, que diariamente aparece, não no mesmo dia, claro, mas alternadamente, mandando suas cartas. São cativos. Acho que não deveria existir esse tipo de coisa. Não é culpa deles. A redação do jornal deveria coibir essa prática, pois, no fim, acabam não dando espaço para outros.
Dia desses Ivan Ângelo, cronista da Vejinha, narrou o caso das famosas carteiradas, isto é, quando uma autoridade, cometendo alguma infração, ou desejando algo em detrimento de outra pessoa, quer fazer prevalecer sua posição. O famoso “sabe quem eu sou?”. Muitos leitores da revista deram sua opinião, a maioria, sem dúvida, contra essa prática. Isso me fez lembrar a história ocorrida num aeroporto, quando determinada autoridade que desejou passar à frente na fila do check in, e soltou a famosa “sabe quem eu sou?”, para a atendente. Imediatamente, ela pegou o microfone, e disparou:
- Atenção, senhoras e senhores, encontra-se aqui em minha frente, no guichê nº 15 da TAM, uma pessoa com problema de memória, não tendo condições de saber sua identidade...
Walcyr Carrasco, também cronista da Vejinha, muito ligado em animais domésticos, tratou desse tema numa de suas recentes crônicas. Houve grande número de opiniões de leitores, tendo uma observado que, de modo geral, os adeptos desses animais deveriam dar igual ou mais atenção a seus semelhantes. Afirma, que é muito triste ver as pessoas “suprir suas carências de amor, amizade, carinho, com os bichos....”; enfim, deixa, claramente, transparecer sua indignação, por tanta devoção aos animais, em detrimento de seus semelhantes, carentes da atenção que é dada a seres irracionais.
Sem dúvida, não deixa de ter razão essa leitora, quando notamos o exagero praticado em relação ao tratamento dado a animais domésticos, pelos seguidores dessa prática. Comer junto, dormir na mesma cama, beijar na boca, vejo tudo isso com certa restrição. Respeito os animais, não os maltrato, porém, eles lá, eu aqui. Numa situação de dificuldade, podendo ajudar, ajudo.
Gostei demais do artigo do Ruy Castro, na Folha, sobre o falso pudor do órgão de controle de publicidade, ao proibir a veiculação de propaganda de cerveja, feita com Paris Hilton. Comparou com a do Dunga, o “brahameiro”, para ele bem pior. Para mim, também.
Como também, muito interessante a história contada por Moacyr Scliar, da quarentona seduzida por um gatão, com o qual foi jantar num restaurante que obriga os clientes a comerem de olhos vendados, para curtir o aroma, a textura e o sabor da comida. Era comemoração da viagem que fariam para a Europa, no dia seguinte. Ao retirar a venda, findo o jantar, o gatão não mais se encontrava, bem como a bolsa recheada de euros.

Aristeu Fatal


Beijões e Abrações .



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PAZ .

PAZ .

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