quinta-feira, 25 de abril de 2013

O Silêncio !






Bom Dia !!!!!


O Silêncio !

Esbraveje,
Relute,
e aos sete cantos diga quem és,
mais assente-se na humildade,
finque na simplicidade,
e adote a sinceridade .
Mostre ao mundo quem és dando uma aula de que nem sempre luta
é conflito corporal sangrento, e um silencio as vezes vale mais que um Exercito .

JB

Se a vida te der espinhos aceite-os com bravura. Mas não se entregue a dor e ao acaso do momento. Vença-os com fé e coragem. Afirmando a ti mesmo sou vencedor.

Ana Paula Bezerra


Caminhos e Descaminhos da Língua Portuguesa

    Integram a comunidade da Língua Portuguesa oito países: (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) .
Somos  aproximadamente 260 milhões de falantes. Um número que cresce através da instrução, muitos falantes a estão adotando como segunda Língua,  e do aumento natural da população.
     O Brasil, um país de dimensões continentais, contribui com mais de l90 milhões de falantes.
      Mais do que a polêmica em torno do acordo ortográfico, que não é senão uma tentativa de unificar a língua escrita. O ensino da Língua Portuguesa deve ser como a via o ilustre professor e escritor José Monir Nasser, falecido no início deste mês,  Março – 2013. Em seu livro intitulado “ A Economia do Mais” onde prega mais saber, mais competência, mais dinamismo, mais dedicação às coisas da cultura, a Língua Portuguesa como ponte entre todas as áreas do saber a ajudar o homem a sair “ da selva escura para contemplar as realizações mais elevadas do espírito humano”.
     A sua originalíssima teoria do empreendedorismo cívico: um estudo comparado de história, filosofia, literatura, religião e outros com vistas a um desenvolvimento regional e para além do regionalismo também.  O saber a serviço do progresso, do dinamismo social, das necessidades de cada região.
       Fincarmos pé em questões menores, seria  o descaminho da Língua Portuguesa.
Esta deve ser uma alavanca, uma arma para construirmos um mundo melhor.
      A Língua Portuguesa, tão rica e tão pobre.
Pobre quando a colocamos a serviço do pouco, do quase nada, da estagnação.
Rica quando colocada a serviço de causas capazes de  estimular a criatividade, aguçar ideais, firmar compromissos com o espírito de aventura e ânsias de um mundo mais fraterno, humanitário, mais comprometido com a preservação do meio ambiente;  com questões que visem diminuir a distância entre a pobreza e a riqueza.

                                   
                                                  
Lita Moniz


Beijões e Abrações .
                                        

Um comentário:

PROFESSORA disse...

Que bom entra no seu Blogger e encontrar mensagens lindas pro nosso dia a dia, me fortalece amigo. bjus e Deus te abençoe.

PAZ .

PAZ .

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