segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Aprendendo e fazendo !



Boa Tarde !!!!!

Procure ser realista e se conseguires, vá, e acima de tudo conscientize-se do nosso momento espaço e tempo nunca se esquecendo que se passados não tiver e almejares coisas no seu futuro nunca poderas viver seu presente pois o conjunto é universal, e até com um podes viver, mais com certeza carente e mais propriamente deficiente será e nunca poderá chegar onde o que tiver o conjunto chegará . Aprender única e exclusivamente por sí só não é para todos, muitos poucos são, e bota poucos nisso que por sua exclusiva competência chegam a um final feliz pois a grande maioria necessitam de alguém para os transpassar a sabedoria e o conhecimento e através do relatado inteirando o captado formando a conscientização de um todo a qual nomeamos de aprendizado .

JB

É difícil se conhecer um homem ainda que tenhamos vivido junto a ele por longos anos.

Fiódor Dostoiévsky


Desertificação

Por que nos odiais tanto?
Porque tanta raiva de nós?
Até nos chamais brasileiros,
Franceses e sei lá o que mais.

Só porque criamos coragem
para nos afastarmos de vós?
Ó que falta vos fazia os
Escravos que fomos um dia.

Agonia.
Aprendemos com as andorinhas
a debandar.
Acordamos, olhamos para o céu,

Aquela serra tão alta.
Uma barreira natural que por anos
sem fim nos condenava ao triste
fim.

Não sei que professor, não devia
ser dali, se fosse ensinaria que viver
é agonia: cada macaco no seu galho,
cada um no seu lugar.

Fidalgo por natureza, não ia querer
ensinar a arte de se libertar.
Precisava de empregados, de escravos, e
por que não usar e abusar da sua nobre condição.

Claro que não. Foi alguém que veio de outras
paragens, sentiu no ar o cheiro da escravidão.
Resolveu trabalhar em silêncio para mudar
a situação.

Começou por ensinar que às vezes é preciso
navegar.
Precisavam chegar ao alto daquela serra
para avistar o mar.

E assim um a um se foi, começou a desertificação,
Os fidalgos do lugar ficaram a olhar para o ar.
Nem cheiro sequer sentiam de almas para
escravizar.

Alguns pensaram em se matar.
Sem braços para trabalhar, campos à espera do
arado, das sementes, que aquela pobre gente
tão bem sabia cuidar.

Começaram a secar.
Só silvas e pragas a se alastrar.
Como eram fáceis de queimar.
Veio do céu a faísca que incendiou o lugar.

Lita Moniz

Beijões e Abrações .

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PAZ .

PAZ .

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